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Módulo de Formação de Coordenador de Segurança (CS) – Segurança Privada

Módulo de Formação Específico de Coordenador de Segurança (CS)

Autorização nº 43 Direção Nacional da Policia de Segurança Pública

Em suma:

Com este curso pode obter o cartão profissional,  conforme legislação vigente.

Para candidatos que tenham unidades capitalizáveis, o curso poderá ser parcial e será diminuída a carga horária em função da capitalização (análise caso a caso)..

Condições de admissão:

Escolaridade mínima 12º ano, maior de 18 anos, com registo criminal sem averbamento e podendo ser cidadãos Portugueses, ou nacionais da U.E., Brasil, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo Verde.

Funções e locais para a empregabilidade:

  • A profissão de coordenador de segurança é uma profissão regulamentada, sujeita à obtenção de título profissional e ao cumprimento dos demais requisitos
  • O coordenador de segurança é o responsável operacional pelo enquadramento e orientação do serviço de segurança privada nos recintos desportivos e nos recintos de espetáculos e divertimentos.

 

Programa do Curso (120 horas):

CS01-Políticas de segurança. Estrutura de comando de segurança.

CS02-Gestão de incidentes.

CS03-Avaliação dinâmica de riscos e gestão de multidões.

CS04-Planeamento de emergência e de operação de segurança.

CS05-Supervisão e liderança.

ARD01-Regime legal dos espetáculos desportivos e da prevenção da violência

ARE01-Regime legal dos espetáculos e divertimentos públicos.

ARD02-Sistema de segurança em recintos desportivos.

ARE02-Regulamento de prevenção e segurança do evento.

ARD03-Manutenção de ambiente seguro e gestão de multidões.

ARE03-Plano de contingência e de emergência.

ARD04-Gestão das necessidades dos espetadores. Informação, orientação e aconselhamento.

ARD06-Procedimentos de revista e buscas de segurança.

VIG07-Defesa pessoal.

Descrição Geral

  • Conhecer as funções e deveres dos assistentes de recintos desportivos/espetáculos, incluindo os limites de atuação.
  • Adquirir conhecimentos e competências necessárias ao exercício da atividade de assistente de recinto desportivos/espetáculos.
  • Dotar o formando de conhecimentos relativos às funções de assistente de recinto desportivos/espetáculos;
  • Dotar o formando de conhecimentos relativos ao regime jurídico aplicável a espetáculos desportivos;
  • Dotar o formando de conhecimentos técnicos de sistemas e estruturas de segurança nos recintos desportivos/espetáculos;
  • Promover a aquisição de competências em termos de conduta de um assistente de recinto desportivos/espetáculos e manutenção de um ambiente seguro;
  • Promover a aquisição de competências em termos de gestão de multidões e sua dinâmica, resposta a incidentes e técnicas de controlo de acesso;
  • Promover a aquisição de competências para a realização de revistas pessoais e buscas de prevenção e segurança;
  • Promover a aquisição de competências sobre normas de segurança em recintos desportivos/espetáculos, comportamentos antissociais e proibidos, conforto, orientação e bem estar dos espectadores;
  • Promover a aquisição de competências para gestão de incidentes e auxílio de emergência;
  • Dotar o formando de competências em gestão de conflitos;
  • Dotar o formando de conhecimentos e procedimentos de registo de incidentes;
  • Metodologia Tendo em vista a qualidade da formação, os cursos integram uma componente teórica e uma componente prática a desenvolver em contexto de formação.
  • Inicial de qualificação Formação presencial em sala
  • A avaliação dos participantes da formação consiste numa avaliação de aprendizagens ao nível formativo e sumativo, no sentido de determinar em que medida os participantes adquiriram ou desenvolveram os saberes que lhes permitem concretizar os objetivos pré-definidos, tanto ao longo da intervenção formativa, como na conclusão da mesma.
  • Para obter a aprovação final no curso, os participantes têm de ter como classificação mínima “10 – Suficiente”, em função da análise dos diferentes elementos, de acordo com a escala de avaliação numérica de 1 a 20 com a seguinte correspondência em termos qualitativos: Nível 4 – Fraco; Nível 8 – Insuficiente; Nível 12 – Suficiente; Nível 16 – Bom; Nível 20 – Muito Bom.

Com efeito, a aprovação do participante no final do curso será determinada pelos seguintes critérios:

  • Considera-se que um formando teve aproveitamento no curso – apto – quando a sua classificação final for igual ou superior ao nível 10, correspondendo em termos qualitativos a “Suficiente” e tendo registado como assiduidade mínima de 100% sobre a duração global do curso.
  • Considera-se que um formando não teve aproveitamento no curso – não apto – quando a sua classificação final for igual ou inferior ao nível 9, correspondendo em termos qualitativos a “Insuficiente”; ou não tendo registado uma assiduidade mínima de 100% sobre a duração global do curso.

 

Supervisor de Segurança Privada
Curso Supervisor de Segurança Privada (CSSP)

Informações do curso:

  • O formando irá perceber e entender a liderança equipas de segurança privada, desenvolver as funções de supervisor como o elo de ligação entre o vigilante e a empresa.
  • Liderar equipas, gerir competências e motivações de forma a obter os melhores resultados, são alguns dos desafios actuais colocados a chefias directas e intermédias, em organizações de qualquer dimensão e em qualquer sector de actividade. Na área da Segurança Privada uma boa gestão de equipas optimiza os resultados das empresas, incrementa a rentabilidade dos Agentes e aumenta a satisfação dos clientes.
  • Realizar a supervisão de uma empresa de segurança privada com técnicas e conhecimento das legislações em vigor.
  • Planeamento, Gestão e motivação de Equipas de trabalho;
  • Formação e Organização de Equipas de trabalho;
  • Gestão e implementação de técnicas e métodos de trabalho aplicado a área da segurança privada.
  • A área de Segurança Privada como atividade profissional, de acordo com o relatório anual de segurança interna, mostra a necessidade de segurança do nosso País.
  • Os crimes contra o património estão em valores elevados e representa mais de 50% das participações policiais, enquanto os crimes contra as pessoas representam cerca de 22% das grandes categorias criminais.
  • São estes os fatores indicativos que a necessidade de profissionais qualificados nas atividades de Segurança Privada em Portugal.
  • Supervisor
  • Chefe de Equipas

 

Condições de admissão:

  • Os candidatos a vigilantes devem preencher, permanente e cumulativamente, os seguintes requisitos:
  • Ser cidadão português, Cidadãos Nacionais ou da comunidade Europeia que pretendam ingressar
  • Estar ligado ao setor da Segurança Privada
  • Carreira para gestor .
  • Valia profissional para a atividades de Segurança Privada

 

Locais para a empregabilidade

Segurança Privada ou áreas específicas de comando e liderança, expert em liderança.

 

Programa do Curso:

  • Gestão de conflitos
  • Legislação laboral
  • Legislação de Segurança Privada
  • Avaliação de riscos
  • Procedimentos de emergência e evacuação
  • Liderar Equipas de Vigilantes.
  • Fiscalizar Postos de Serviços.
  • Motivar e influenciar equipas.
  • Realizar aplicação dos procedimentos de segurança Registos técnicos.
  • Técnicas de entrevista escalas de serviço.
  • Relações públicas da segurança privada.
  • Realizar e supervisionar o cumprimento das normas e resoluções de clientes.

 

Formador:

Diretor geral de empresa de Segurança Privada
Ou com mais de 5 anos de experiência em supervisão na Segurança Privada.

 

Módulo de Formação Específico de Assistente de Recinto Desportivo (ARD)

Módulo de Formação Específico de Assistente de Recinto Desportivo (ARD)

Autorização nº 43 Direção Nacional da Policia de Segurança Pública

Em suma:

Com este curso pode obter o cartão profissional,  conforme legislação vigente.

Para candidatos que tenham unidades capitalizáveis, o curso poderá ser parcial e será diminuída a carga horária em função da capitalização (análise caso a caso)..

Condições de admissão:

Escolaridade mínima obrigatória, maior de 18 anos, com registo criminal sem averbamento e podendo ser cidadãos Portugueses, ou nacionais da U.E., Brasil, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo Verde

Funções e locais para a empregabilidade:

  • Vigiar o recinto desportivo e anéis de segurança, cumprindo e fazendo cumprir o regulamento de utilização do recinto;
  • Controlar os acessos, incluindo detetar e impedir a introdução de objetos e substâncias proibidas ou suscetíveis de possibilitar atos de violência;
    Controlar os títulos de ingresso e o bom funcionamento dos equipamentos destinados a esse fim;
  • Vigiar e acompanhar os espetadores nos diferentes setores do recinto, bem como prestar informações referentes à organização, infraestruturas e saídas de emergência;
  • Prevenir, acompanhar e controlar a ocorrência de incidentes, procedendo à sua imediata comunicação às forças de segurança;
  • Orientar os espetadores em todas as situações de emergência, especialmente as que impliquem a evacuação do recinto;
  • Inspecionar as instalações, prévia e posteriormente a cada espetáculo desportivo, em conformidade com as normas e regulamentos de segurança;
  • Impedir que os espetadores circulem, dentro do recinto, de um setor para outro;
  • Evitar que, durante a realização do jogo, os espetadores se concentrem nas vias de acesso ou de emergência, impedindo o acesso ou obstruindo as mesmas.

 

Programa do Curso (90 horas):

VIG07-Defesa Pessoal

VIG05-Gestão de conflitos e procedimentos de detenção

ARD01-Reg. legal dos espetáculos desportivos e da prevenção da violência

ARD02-Sist. de segurança em recintos desportivos e estrutura de comando

ARD03-Manutenção de ambiente seguro e gestão de multidões

ARD04-Gestão das necessidades dos espetadores. Informação e orientação

ARD05-Planos de contingência e de emergência. Evacuação de rec. desportivo.

ARD06-Procedimentos de revistas e buscas de segurança

ARD07-Gestão de incidentes e procedimentos de emergência

Descrição Geral

  • Conhecer as funções e deveres dos assistentes de recintos desportivos, incluindo os limites de atuação.
  • Adquirir conhecimentos e competências necessárias ao exercício da atividade de assistente de recinto desportivo.
  • Dotar o formando de conhecimentos relativos às funções de assistente de recinto desportivo;
  • Dotar o formando de conhecimentos relativos ao regime jurídico aplicável a espetáculos desportivos;
  • Dotar o formando de conhecimentos técnicos de sistemas e estruturas de segurança nos recintos desportivos;
  • Promover a aquisição de competências em termos de conduta de um assistente de recinto desportivo e manutenção de um ambiente seguro;
  • Promover a aquisição de competências em termos de gestão de multidões e sua dinâmica, resposta a incidentes e técnicas de controlo de acesso;
  • Promover a aquisição de competências para a realização de revistas pessoais e buscas de prevenção e segurança;
  • Promover a aquisição de competências sobre normas de segurança em recintos desportivos, comportamentos antissociais e proibidos, conforto, orientação e bem estar dos espectadores;
  • Promover a aquisição de competências para gestão de incidentes e auxílio de emergência;
  • Dotar o formando de competências em gestão de conflitos;
  • Dotar o formando de conhecimentos e procedimentos de registo de incidentes;
  • Dotar o formando de conhecimentos em defesa pessoal.
  • Metodologia Tendo em vista a qualidade da formação, os cursos integram uma componente teórica e uma componente prática a desenvolver em contexto de formação.
  • Inicial de qualificação Formação presencial em sala
  • A avaliação dos participantes da formação consiste numa avaliação de aprendizagens ao nível formativo e sumativo, no sentido de determinar em que medida os participantes adquiriram ou desenvolveram os saberes que lhes permitem concretizar os objetivos pré-definidos, tanto ao longo da intervenção formativa, como na conclusão da mesma.
  • Para obter a aprovação final no curso, os participantes têm de ter como classificação mínima “10 – Suficiente”, em função da análise dos diferentes elementos, de acordo com a escala de avaliação numérica de 1 a 20 com a seguinte correspondência em termos qualitativos: Nível 4 – Fraco; Nível 8 – Insuficiente; Nível 12 – Suficiente; Nível 16 – Bom; Nível 20 – Muito Bom.

Com efeito, a aprovação do participante no final do curso será determinada pelos seguintes critérios:

  • Considera-se que um formando teve aproveitamento no curso – apto – quando a sua classificação final for igual ou superior ao nível 10, correspondendo em termos qualitativos a “Suficiente” e tendo registado como assiduidade mínima de 100% sobre a duração global do curso.
  • Considera-se que um formando não teve aproveitamento no curso – não apto – quando a sua classificação final for igual ou inferior ao nível 9, correspondendo em termos qualitativos a “Insuficiente”; ou não tendo registado uma assiduidade mínima de 100% sobre a duração global do curso.